The Spacetime Metric

Fontes

Títulos originais, atribuição, dados de publicação e resumos no idioma selecionado.

Entradas publicadas: 220

Entradas correspondentes: 220. Exibindo 151–175 de 220.

  1. Trabalho acadêmico · 2009

    Relic High Frequency Gravitational waves from the Big Bang and How to Detect Them

    1. Andrew Beckwith(Autoria)
    2. Glen A. Robertson(Autoria)

    Andrew Beckwith e Glen Robertson descrevem como a entropia de grávitons relíquia do Big Bang poderia ser medida com o detector de ondas gravitacionais de alta frequência Li-Baker proposto. Partem do argumento de Ng de que a densidade de entropia é proporcional ao número de partículas por unidade de volume, aplicado aos grávitons. Seu formalismo busca ajudar esse detector a reconstruir as condições do início do Big Bang e as transições de fase do universo primordial. Sugerem comparar seus dados com os de neutrinos relíquia do IceCube no Polo Sul. Juntos poderiam dar critérios para testar e falsear diferentes modelos de inflação cósmica.

  2. Trabalho acadêmico · 2016

    Research into Heat Generators Similar to High-temperature Rossi Reactor

    1. A.G. Parkhomov(Autoria)
    2. E.O. Belousova(Autoria)

    A.G. Parkhomov e E.O. Belousova construíram dispositivos inspirados no reator de alta temperatura de Rossi. No primeiro projeto, um tubo de alumina de 120 mm de comprimento, envolto por um aquecedor de nicromo, contém 1 grama de pó de níquel com 0.1 g de hidreto de lítio e alumínio. Esses dispositivos produzem mais energia do que consomem a cerca de 1100 °C e acima. No segundo projeto, o calor produzido foi medido comparando a potência elétrica consumida pelo reator com combustível e sem combustível. O segundo projeto funcionou por mais de 3 dias, gerando mais que o dobro do calor da entrada elétrica e mais de 40 kWh, ou 150 MJ, de energia em excesso. Durante o funcionamento do reator não se observou radiação ionizante acima do nível de fundo.

  3. Trabalho acadêmico · 2022

    Resolving the paradox of unipolar induction: new experimental evidence on the influence of the field

    1. Christof Baumgärtel(Autoria)
    2. Simon Maher(Autoria)

    Christof Baumgärtel e Simon Maher criam um novo experimento sobre a indução unipolar, o efeito conhecido como paradoxo de Faraday. Se o campo magnético gira com o ímã ou fica parado é debatido há muito tempo, com evidências para os dois lados. O aparato é o primeiro a incluir o movimento relativo do circuito de medição e seus fios de fechamento, além do ímã e do disco, usando um circuito amplificador giratório com saída em LED. Os resultados mostram que o fio de fechamento deve ser tratado como parte do problema, o que resolve o paradoxo aparente. Ainda não é possível distinguir qual imagem do campo vale, e os autores propõem a interação direta entre elétrons como caminho para resolver as questões restantes.

  4. Trabalho acadêmico · 1997

    Restrictions on Negative Energy Density in Flat Spacetime

    1. L. H. Ford(Autoria)
    2. Thomas A. Roman(Autoria)

    L. H. Ford e Thomas Roman partem de que campos quânticos podem ter densidade de energia negativa num ponto, como no efeito Casimir e na luz comprimida. O limite anterior para o campo escalar sem massa restringe o quão grande pode ser a densidade de energia negativa, e por quanto tempo, para qualquer observador inercial, ao estilo de um princípio de incerteza. Este artigo dá uma derivação muito mais simples com modos de ondas planas em vez de ondas esféricas. Derivam limites de desigualdade quântica semelhantes para o campo eletromagnético e para o campo escalar massivo em espaço-tempo plano de duas e quatro dimensões. O princípio de incerteza energia-tempo não entra como hipótese nesses limites.

  5. Trabalho acadêmico · 2017

    Road map to clean energy using laser beam ignition of boron-hydrogen fusion

    1. H. Hora(Autoria)
    2. S. Eliezer(Autoria)
    3. G.J. Kirchhoff(Autoria)
    4. N. Nissim(Autoria)
    5. J.X. Wang(Autoria)
    6. P. Lalousis(Autoria)
    7. Y.X. Xu(Autoria)
    8. G.H. Miley(Autoria)
    9. J.M. Martinez-Val(Autoria)
    10. W. McKenzie(Autoria)
    11. J. Kirchhoff(Autoria)

    Hora, Eliezer, Kirchhoff, Nissim, Wang e Lalousis traçam uma rota para energia limpa com a fusão de hidrogênio e boro-11, que evita os nêutrons e os resíduos radioativos da fusão de deutério e trítio. Um pulso de laser de cerca de 10 petawatts com cerca de um picossegundo acelera um bloco de plasma. Um segundo pulso de laser de nanossegundos cria um campo magnético de alguns quilotesla que confina o plasma. Uma avalanche de partículas alfa aumenta muito a taxa de fusão, e as partículas alfa carregadas são convertidas diretamente em eletricidade. Suas simulações mostram que 14 miligramas de combustível de hidrogênio e boro poderiam gerar 300 kWh num reator limpo que combine esses resultados.

  6. Trabalho acadêmico · 1998

    Rotating traversable wormholes

    1. Edward Teo(Autoria)

    Edward Teo desenvolve a forma geral de um buraco de minhoca atravessável estacionário com simetria axial, ampliando trabalhos anteriores que supunham uma garganta estática e sem rotação. Isso dá uma classe explícita de buracos de minhoca em rotação que generalizam os estáticos e esféricos de Morris e Thorne. Buracos de minhoca atravessáveis são, por definição, os que permitem viagens de ida e volta de objetos como seres humanos. Um buraco de minhoca assim viola em geral a condição de energia nula na garganta, como seus equivalentes estáticos. Em modelos adequados, algumas geodésicas o atravessam sem encontrar matéria que viole as condições de energia, e pode haver uma ergorregião em torno da garganta.

  7. Trabalho acadêmico · 2000

    Scalar fields, energy conditions and traversable wormholes

    1. Carlos Barceló(Autoria)
    2. Matt Visser(Autoria)

    Carlos Barceló e Matt Visser mostram como uma teoria de campo escalar clássica simples e aparentemente inofensiva pode violar as condições de energia. Um campo escalar acoplado de forma não mínima à curvatura com acoplamento positivo viola facilmente todas as condições de energia padrão, inclusive a condição de energia nula média. Ao resolver a gravidade com esse campo sem massa em configurações esféricas estáticas, encontram um ramo inteiro de buracos de minhoca atravessáveis para cada acoplamento positivo. Isso generaliza seu caso anterior de acoplamento conforme igual a um sexto. Para que esses buracos de minhoca existam, o campo escalar precisa atingir valores trans-planckianos em algum ponto, e os autores discutem como a física teórica atual pode acomodar isso.

  8. Trabalho acadêmico · 2024

    Scaling up the Lattice Energy Converter

    1. F. E. Gordon(Autoria)
    2. H. J. Whitehouse(Autoria)

    F. E. Gordon e H. J. Whitehouse relatam que os dispositivos Lattice Energy Converter iniciam sozinhos e mantêm tensão e corrente numa carga externa sem materiais naturalmente radioativos. Pesquisadores independentes replicaram esses resultados. Um vídeo mostra que um voltímetro e uma caixa de resistências bastam para medir a saída, várias centenas de nanowatts por centímetro quadrado de eletrodo nesse teste. As densidades de potência típicas são de alguns microwatts por centímetro quadrado, então a saída precisa crescer 6 ordens de grandeza para alguns watts e 9 para alguns quilowatts. Identificam cinco áreas de foco para ampliar a escala e concluem que as 6 a 9 ordens de grandeza necessárias podem ser alcançáveis.

  9. Trabalho acadêmico · 2019

    Scattering theory of the screened Casimir interaction in electrolytes

    1. Paulo A. Maia Neto(Autoria)
    2. Felipe S. S. Rosa(Autoria)
    3. Luis B. Pires(Autoria)
    4. Anna B. Moraes(Autoria)
    5. Antoine Canaguier-Durand(Autoria)
    6. Romain Guérout(Autoria)
    7. Astrid Lambrecht(Autoria)
    8. Serge Reynaud(Autoria)

    Maia Neto, Rosa, Pires, Moraes, Canaguier-Durand e Guérout aplicam o método de espalhamento à interação de Casimir entre dois semiespaços dielétricos separados por um eletrólito. Incluem a resposta não local criada pelos íons móveis e acrescentam canais longitudinais, acoplados aos transversais por reflexão na superfície dielétrica. A energia de interação resulta da matriz que descreve uma ida e volta dessas ondas acopladas entre as superfícies. Para todas as frequências de Matsubara não nulas o eletrólito se comporta quase como um meio local, então essas contribuições quase não dependem dos íons. Na frequência zero, os canais longitudinais dão um termo blindado em cerca de um comprimento de Debye, enquanto um termo transversal magnético não blindado define o limite de longa distância.

  10. Trabalho acadêmico · 2009

    Semiclassical instability of dynamical warp drives

    1. Stefano Finazzi(Autoria)
    2. Stefano Liberati(Autoria)
    3. Carlos Barceló(Autoria)

    Finazzi, Liberati e Barceló estendem as correções quânticas para dobras espaciais de bolhas eternas com velocidade fixa ao caso mais realista de uma bolha superluminal criada a partir de um espaço-tempo inicialmente plano. Mapeiam a estrutura causal dos espaços-tempos de dobra eternos e dinâmicos e calculam neles o tensor de energia-momento renormalizado de um campo quântico. Um observador no centro de uma bolha superluminal vê em geral um fluxo térmico de partículas de Hawking, que se torna altíssimo se a matéria exótica vier de um campo quântico que obedece a desigualdades quânticas. A energia-momento cresce exponencialmente na parede frontal da bolha, de modo que essas geometrias são instáveis à retroação semiclássica.

  11. Trabalho acadêmico · 1997

    Shearing the vacuum – quantum friction

    1. J B Pendry(Autoria)

    J. B. Pendry pergunta se duas superfícies perfeitamente lisas no zero absoluto, definidas apenas por suas funções dielétricas e separadas por uma lacuna, sentem atrito ao deslizar uma sobre a outra. O objetivo é o sistema mais simples possível, sem nenhuma complicação, para ver como o atrito surge. As flutuações quânticas produzem atrito entre essas superfícies mesmo no zero absoluto. Para materiais com resistividade de cerca de 1 mΩ muito próximos, o atrito é comparável às forças de atrito do dia a dia. Depende apenas dos coeficientes de reflexão eletromagnética das superfícies e decai com a separação segundo uma lei de potência, podendo dominar em grandes distâncias, como a força de van der Waals.

  12. Trabalho acadêmico · 2009

    Signal photon flux and background noise in a coupling electromagnetic detecting system for high-frequency gravitational waves

    1. Fangyu Li(Autoria)
    2. Nan Yang(Autoria)
    3. Zhenyun Fang(Autoria)
    4. Robert M. L. Baker(Autoria)
    5. Gary V. Stephenson(Autoria)
    6. Hao Wen(Autoria)

    Li, Yang, Fang, Baker, Stephenson e Wen estudam um detector de ondas gravitacionais de alta frequência que acopla um feixe de micro-ondas gaussiano, um campo magnético estático e membranas fractais ou lentes de micro-ondas equivalentes. Diferente do efeito Gertsenshtein inverso puro, esse esquema de grupos chineses e americanos combina a sincrorressonância com o efeito Gertsenshtein inverso. O sinal mensurável é o fluxo de fótons perturbativo transversal de primeira ordem, não o de segunda ordem nem o longitudinal. Os fluxos têm diferentes relações sinal-ruído nas diferentes superfícies receptoras. Em condições típicas de laboratório e amplitudes de onda de 10^-26 a 10^-30 a 5 GHz com largura de banda de cerca de 1 Hz, o sinal requer cerca de 10^3 a 10^5 segundos de acumulação.

  13. Trabalho acadêmico · 2015

    Simulation of the hydrogen ground state in stochastic electrodynamics

    1. Theo M Nieuwenhuizen(Autoria)
    2. Matthew T P Liska(Autoria)

    Theo Nieuwenhuizen e Matthew Liska estudam a eletrodinâmica estocástica, uma teoria clássica em que o vácuo contém campos aleatórios com a energia de ponto zero de meio ħω em cada modo. A teoria explica muitos fenômenos do oscilador harmônico, mas ainda faltam resultados firmes para sistemas não lineares. Estudam o estado fundamental do hidrogênio resolvendo numericamente a equação de Abraham-Lorentz na aproximação de dipolo, com o campo aleatório como soma de componentes de frequência gaussianas, calculada com OpenCL. A abordagem estende o trabalho de Cole e Zou de 2003 ao problema tridimensional completo e a tempos de simulação mais longos. Comparadas com uma densidade conjecturada no espaço de fase do estado fundamental, as simulações curtas tendem a confirmá-la, mas em todos os modelos testados o átomo se ioniza em tempos mais longos.

  14. Trabalho acadêmico · 2016

    Solar wind test of the de Broglie-Proca massive photon with Cluster multi-spacecraft data

    1. Alessandro Retinò(Autoria)
    2. Alessandro D.A.M. Spallicci(Autoria)
    3. Andris Vaivads(Autoria)

    Retinò, Spallicci e Vaivads testam se o fóton tem de fato massa nula, já que quase tudo o que se sabe do universo chega por fótons. Usam dados das quatro naves Cluster no vento solar a 1 UA. Procuram desvios da lei de Ampère, calculando o rotacional do campo magnético com medições em quatro pontos e a corrente com as velocidades de íons e elétrons, algo impossível com uma única nave. O limite superior da massa do fóton fica entre 1.4 × 10^-49 e 3.4 × 10^-51 kg. Esses limites se baseiam em menos suposições que as estimativas anteriores, e este é o único teste no vento solar que trata em detalhe os erros experimentais.

  15. Trabalho acadêmico · 2002

    Spatially Averaged Quantum Inequalities Do Not Exist in Four-Dimensional Spacetime

    1. L. H. Ford(Autoria)
    2. Adam D. Helfer(Autoria)
    3. Thomas A. Roman(Autoria)

    L. H. Ford, Adam Helfer e Thomas Roman partem de que campos quânticos podem produzir densidades de energia negativas locais após a renormalização. Isso é possível porque a renormalização envolve uma subtração infinita, embora a densidade de energia clássica pareça positiva definida. Para um campo escalar livre sem massa, constroem estados que superpõem o vácuo a estados de duas partículas multimodo. Esses estados podem colocar uma quantidade arbitrariamente grande de energia negativa numa região do espaço num instante fixo. Cada estado da sequência usada tem forma de Hadamard, então a densidade de energia pode ser tão negativa quanto se queira com estados fisicamente aceitáveis. Isso dá um contraexemplo explícito: não existe desigualdade quântica média espacial no espaço-tempo de quatro dimensões.

  16. Trabalho acadêmico · 2015

    Spin-dependent two-color Kapitza-Dirac effects

    1. S. McGregor(Autoria)
    2. W. C.-W. Huang(Autoria)
    3. B. A. Shadwick(Autoria)
    4. H. Batelaan(Autoria)

    McGregor, Huang, Shadwick e Batelaan analisam como o spin dos elétrons se comporta ao atravessar um campo de laser. Com fontes de elétrons pulsadas sincronizadas a lasers pulsados se tornando disponíveis, é oportuno estudar o acoplamento mais fraco do spin do elétron com a luz laser. Apresentam um cenário de Kapitza-Dirac de duas cores realizável experimentalmente em que dominam os efeitos dependentes do spin da interação entre laser e elétrons. Tanto a intensidade do laser quanto a velocidade dos elétrons são não relativísticas. Isso estende o controle do spin de elétrons pela luz, antes previsto para lasers de raios X e elétrons relativísticos, ao domínio não relativístico e de luz visível. O efeito poderia fornecer ou analisar pulsos ultrarrápidos de elétrons com spin polarizado para difração e microscopia eletrônica ultrarrápidas.

  17. Trabalho acadêmico · 2026

    Stimulated Emission of Gravitational Waves via Dissimilar Superconducting Josephson Junctions

    1. Gary V. Stephenson(Autoria)

    Gary Stephenson propõe um experimento para mostrar que a emissão estimulada de ondas gravitacionais é alcançável em laboratório. Apoia-se em Halpern e Laurent em 1964, Ford em 1982 e no gaser de supercondutores de alta temperatura de Fontana de 2012. Ford mostrou que, com radiadores quânticos suficientes, a diferença entre a emissão semiclássica e a quântica deveria ser mensurável. Junções Josephson entre um supercondutor de onda s e outro de onda d podem forçar transições de spin 2 que disparam a emissão de ondas gravitacionais. Descreve emissores de ondas gravitacionais em arranjo de fase feitos com essas junções, e o próximo passo é construir e testar o equipamento.

  18. Trabalho acadêmico · 2020

    Stochastic Electrodynamics: Renormalized Noise in the Hydrogen Ground-State Problem

    1. Theo M. Nieuwenhuizen(Autoria)

    Theo Nieuwenhuizen trata o estado fundamental do hidrogênio como a pedra de toque da eletrodinâmica estocástica. Essa teoria clássica busca explicar fenômenos quânticos por meio de um campo estocástico físico que preenche o universo e age sobre partículas carregadas, e trabalhos anteriores reproduziram com ela a forma do estado fundamental quântico. Seu trabalho anterior mostrou, numérica e teoricamente, que o átomo de hidrogênio do modelo se autoioniza após um tempo característico. Para o oscilador harmônico ele havia renormalizado a força estocástica para suprimir as caudas de alta frequência, de modo que as ressonâncias físicas dominem todas as integrais em frequência. Aqui ele aplica ao hidrogênio vários esquemas de renormalização do ruído: alguns se comportam bem, enquanto outros criam patologias em baixa frequência. Nenhum deles eliminou a autoionização.

  19. Trabalho acadêmico · 2026

    Subcycle tomography of quantum light

    1. Geehyun Yang(Autoria)
    2. Matthias Kizmann(Autoria)
    3. Alfred Leitenstorfer(Autoria)
    4. Andrey S. Moskalenko(Autoria)

    Este trabalho pergunta como é a luz quântica em sua escala de tempo mais fundamental, um único ciclo de oscilação de um modo. Os autores mostram teoricamente que medições quânticas locais podem reconstruir e visualizar um campo quântico abaixo de um ciclo, mesmo quando sua estrutura temporal de modos é desconhecida de antemão. Descrevem a geração e a tomografia de estados comprimidos de banda ultralarga e de estados com fótons subtraídos derivados deles, incluindo estados de um único fóton. Construindo distribuições no espaço de fase a partir de tomografia com resolução abaixo do ciclo, acompanham a evolução desses estados no espaço de fase e levam a resolução temporal ao seu limite físico. Os resultados lançam uma pedra fundamental para a óptica quântica no domínio do tempo.

  20. Trabalho acadêmico · 1997

    Superluminal subway: The Krasnikov tube

    1. Allen E. Everett(Autoria)
    2. Thomas A. Roman(Autoria)

    Everett e Roman ampliam a geometria bidimensional de Krasnikov para um tubo em um espaço-tempo de quatro dimensões, que uma nave estabeleceria durante uma viagem de ida subluminal. O modelo tem interior plano, paredes curvas e cones de luz abertos, permitindo deslocamento rápido em uma direção em relação a observadores externos. A primeira viagem de ida mantém o limite usual da velocidade da luz, mas o tempo de ida e volta medido na Terra pode ser arbitrariamente curto. Um tubo não cria uma curva temporal fechada; dois tubos separados, orientados em sentidos opostos, podem criá-la. O tensor de energia-momento calculado exige densidade de energia negativa. Aplicando desigualdades quânticas com tempos de amostragem curtos, os autores encontram paredes extremamente finas e enormes requisitos de energia negativa para viagens superluminais úteis no modelo escolhido.

  21. Trabalho acadêmico · 1998

    Superluminal travel requires negative energies

    1. Ken D. Olum(Autoria)

    Ken Olum trata de saber se a métrica do espaço-tempo pode ser manipulada para permitir viagens muito rápidas entre pontos distantes, como nos exemplos de Alcubierre e Krasnikov. Definir viagem mais rápida que a luz é sutil, e ele mostra uma métrica que parece permiti-la, mas é apenas espaço plano. Define viagem superluminal como um caminho que chega a uma superfície de destino antes de qualquer caminho vizinho. Com essa definição e a condição genérica, prova que a viagem superluminal exige violar a condição de energia fraca, isto é, densidade de energia negativa. Os exemplos conhecidos já precisavam de densidades de energia negativas, e este resultado mostra que o requisito é geral e não uma característica de projetos específicos.

  22. Trabalho acadêmico · 2017

    Superradiant Topological Peierls Insulator inside an Optical Cavity

    1. Farokh Mivehvar(Autoria)
    2. Helmut Ritsch(Autoria)
    3. Francesco Piazza(Autoria)

    Farokh Mivehvar, Helmut Ritsch e Francesco Piazza estudam um gás de Fermi ultrafrio sem spin preso ao longo de um ressonador óptico e iluminado lateralmente por um laser próximo a um modo da cavidade. Acima de uma intensidade limiar, o gás quebra uma simetria Z2 formando um padrão periódico que espalha coletivamente fótons do laser para a cavidade. Com dessintonia para o azul, a rede superradiante emergente tem duas dimerizações possíveis, e uma delas dá bandas topologicamente não triviais com fase de Zak não nula. Quando o momento de Fermi é próximo da metade do número de onda da cavidade, uma instabilidade tipo Peierls cria um isolante topológico com gap na superfície de Fermi e um par de estados de borda.

  23. Trabalho acadêmico · 2019

    Sustained Neutron Production from a Sheared-Flow Stabilized Z Pinch

    1. Y. Zhang(Autoria)
    2. U. Shumlak(Autoria)
    3. B. A. Nelson(Autoria)
    4. R. P. Golingo(Autoria)
    5. T. R. Weber(Autoria)
    6. A. D. Stepanov(Autoria)
    7. E. L. Claveau(Autoria)
    8. E. G. Forbes(Autoria)
    9. Z. T. Draper(Autoria)
    10. J. M. Mitrani(Autoria)
    11. H. S. McLean(Autoria)
    12. K. K. Tummel(Autoria)
    13. D. P. Higginson(Autoria)
    14. C. M. Cooper(Autoria)

    Zhang, Shumlak e colegas relatam a primeira produção sustentada e quase estacionária de nêutrons do Fusion Z-pinch Experiment, FuZE, operando com 20% de deutério e 80% de hidrogênio em volume. O dispositivo usa estabilização por fluxo cisalhado, que mantém o plasma do pinch duradouro. A emissão de nêutrons, de cerca de 5 µs, aparece de forma reprodutível com correntes de pinch perto de 200 kA, dentro de um período de plasma calmo de cerca de 16 µs. O rendimento médio é de (1.25 ± 0.45) × 10^5 nêutrons por pulso e cresce com o quadrado da concentração de deutério. Diagnósticos integrados medem temperaturas de 1 a 2 keV, densidades perto de 10^17 cm^-3 e raio de pinch de 0.3 cm junto com os nêutrons.

  24. Trabalho acadêmico · 2024

    Symmetries and selection rules: optimising axion haloscopes for gravitational wave searches

    1. Valerie Domcke(Autoria)
    2. Camilo Garcia-Cely(Autoria)
    3. Sung Mook Lee(Autoria)
    4. Nicholas L. Rodd(Autoria)

    Domcke, Garcia-Cely, Lee e Rodd partem de uma assinatura comum: dentro de campos eletromagnéticos, tanto áxions quanto ondas gravitacionais induzem campos magnéticos oscilantes. Demonstram que o tamanho dessa resposta é definido em grande parte pelas simetrias do instrumento. Para haloscópios de áxions de baixa massa derivam regras de seleção que dão a sensibilidade de cada geometria de detector a áxions e ondas gravitacionais e mostram como moldar o experimento para maximizar os dois sinais. Com um ímã toroidal, as melhores sensibilidades a áxions e a ondas gravitacionais não podem coincidir, mas mudar a geometria da espira de captação, ou adicionar várias espiras, recupera a sensibilidade às duas. O formalismo prevê a melhor sensibilidade a ondas gravitacionais de 100 kHz a 100 MHz para ABRACADABRA, BASE, ADMX SLIC, SHAFT, WISPLC e DMRadio.

  25. patent · 2024

    System and Method for Generating Forces Using Asymmetrical Electrostatic Pressure (continuation)

    1. Andrew Neil Aurigema(Autoria)
    2. Charles Raymond Buhler, IV(Autoria)

    O pedido de continuação de Aurigema e Buhler propõe gerar força resultante por pressão eletrostática assimétrica em superfícies conformadas. Para um dispositivo com múltiplas lâminas, os inventores relatam aproximadamente 237 micronewtons a +25 quilovolts e 421 micronewtons após ampliar a área do eletrodo oposto de 8 para 15 polegadas quadradas, fator de 1,77. A resolução dos dados brutos de força apresentados no gráfico é de 0,1 milinewton. Descrevem invólucros transparentes aterrados e inversão do dispositivo como controles para vento iônico e atração por superfícies próximas. Também propõem força volumétrica associada a campos divergentes em dielétricos; essa interpretação e as aplicações espaciais sugeridas vão além das medições e configurações especificamente relatadas.