Em um minuto
Everett e Roman ampliam a geometria bidimensional de Krasnikov para um tubo em um espaço-tempo de quatro dimensões, que uma nave estabeleceria durante uma viagem de ida subluminal. O modelo tem interior plano, paredes curvas e cones de luz abertos, permitindo deslocamento rápido em uma direção em relação a observadores externos. A primeira viagem de ida mantém o limite usual da velocidade da luz, mas o tempo de ida e volta medido na Terra pode ser arbitrariamente curto. Um tubo não cria uma curva temporal fechada; dois tubos separados, orientados em sentidos opostos, podem criá-la. O tensor de energia-momento calculado exige densidade de energia negativa. Aplicando desigualdades quânticas com tempos de amostragem curtos, os autores encontram paredes extremamente finas e enormes requisitos de energia negativa para viagens superluminais úteis no modelo escolhido.
Superluminal subway: The Krasnikov tube
- Allen E. Everett(Autoria)
- Thomas A. Roman(Autoria)
Publicação e identificadores
- Tipo de obra
- Trabalho acadêmico
- Ano
- 1997
- Editora
- American Physical Society
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- American Physical Society (published journal edition); preprint reuse permission not established
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- Título original
- Superluminal subway: The Krasnikov tube
- Atribuição
- Allen E. Everett(Autoria)
- Thomas A. Roman(Autoria)
- Ano
- 1997
- Editora
- American Physical Society
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- Thomas A. RomanObra incluída na bibliografia