The Spacetime Metric

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Títulos originais, atribuição, dados de publicação e resumos no idioma selecionado.

Entradas publicadas: 220

Entradas correspondentes: 220. Exibindo 76–100 de 220.

  1. Trabalho acadêmico · 2023

    Focus Fusion: Overview of Progress Towards p-B11 Fusion with the Dense Plasma Focus

    1. Eric J. Lerner(Autoria)
    2. Syed M. Hassan(Autoria)
    3. Ivana Karamitsos-Zivkovic(Autoria)
    4. Rudolph Fritsch(Autoria)

    Eric Lerner e colegas da LPPFusion desenvolvem o Focus Fusion, que combina o dispositivo de foco de plasma denso com combustível de hidrogênio e boro-11. O projeto alcançou as maiores energias iônicas confinadas de qualquer experimento de fusão, acima de 200 keV, e as menores impurezas de qualquer plasma de fusão. Entre os projetos privados, tem a maior razão entre energia de fusão e energia fornecida e o maior produto de densidade, confinamento e temperatura, 3.4 × 10^20 keV s/m^3. Os cálculos indicam que o efeito quântico do campo magnético pode reduzir muito as perdas por radiação de frenagem com esse combustível. Geradores pequenos e simples de 5 MW, sem dano por nêutrons e com conversão direta de energia, poderiam custar menos que as fontes atuais, com protótipos funcionais previstos para 2026 a 2030.

  2. Trabalho acadêmico · 2010

    Formation of bound states of electrons in spherically symmetric oscillations of plasma

    1. Maxim Dvornikov(Autoria)

    Maxim Dvornikov usa a eletrodinâmica clássica para estudar elétrons que oscilam com simetria esférica dentro de um plasma. Essas pulsações radiais não têm campo magnético e, portanto, não perdem energia por radiação, o que pode explicar a relativa estabilidade dos plasmoides esféricos formados na natureza. Calcula os potenciais eletromagnéticos de cargas que oscilam radialmente e depois trata as oscilações livres e forçadas dos elétrons. Elétrons que oscilam assim interagem trocando ondas acústicas iônicas, e o potencial efetivo pode ser atrativo e superar o potencial de Debye-Hückel. Propõe que elétrons oscilantes formam estados ligados nos estágios iniciais de uma estrutura esférica de plasma, com aplicações à teoria dos plasmoides naturais.

  3. Trabalho acadêmico · 2004

    Fundamental limitations on 'warp drive' spacetimes

    1. Francisco S N Lobo(Autoria)
    2. Matt Visser(Autoria)

    Francisco Lobo e Matt Visser usam espaços-tempos de dobra como experimentos mentais que testam os fundamentos da relatividade geral. Formulam com cuidado os espaços-tempos de Alcubierre e Natário, precisam a noção de comunicação superluminal e confirmam que ambos violam de forma não perturbativa as condições de energia clássicas. Aplicam gravidade linearizada a dobras de Alcubierre e Natário de campo fraco e testam as condições de energia em primeira e segunda ordem na velocidade da bolha. Destacam um aspecto não observado antes: uma dobra espacial seria um propulsor sem reação. Nas duas dobras, violações significativas das condições de energia persistem mesmo em velocidades arbitrariamente baixas. Tratando a nave como massa finita, a energia negativa líquida no campo de dobra deve ser uma fração significativa da massa da nave.

  4. Trabalho acadêmico · 2019

    Fundamental Limitations to Local Energy Extraction in Quantum Systems

    1. Álvaro M. Alhambra(Autoria)
    2. Georgios Styliaris(Autoria)
    3. Nayeli A. Rodríguez-Briones(Autoria)
    4. Jamie Sikora(Autoria)
    5. Eduardo Martín-Martínez(Autoria)

    Alhambra, Styliaris, Rodríguez-Briones, Sikora e Martín-Martínez perguntam quando é possível extrair energia localmente de um sistema quântico de duas partes fortemente acopladas e emaranhadas. Espera-se que a tarefa seja limitada pelo emaranhamento presente nos autoestados de baixa energia do sistema. Usando pela primeira vez neste contexto a programação semidefinida, encontram condições necessárias e suficientes para que essa extração local seja impossível. Reforçam um resultado anterior de Frey e colegas com um limite quantitativo para o limiar de temperatura em que essa passividade aparece. O limite também vale para estados térmicos no limite termodinâmico quando as correlações espaciais decaem rápido o bastante, e apresentam exemplos numéricos.

  5. Trabalho acadêmico · 2024

    Gauge invariance of the Aharonov-Bohm effect in a quantum electrodynamics framework

    1. Pablo L. Saldanha(Autoria)

    Pablo Saldanha demonstra que o efeito Aharonov-Bohm é invariante de calibre quando o campo eletromagnético é tratado de forma quântica. Resolve de forma exata, no calibre de Lorenz, a energia fundamental do campo quântico interagindo com as cargas e correntes clássicas que geram os potenciais. A teoria de perturbação de primeira ordem dá a energia extra de uma partícula quântica carregada, que depende do seu caminho num interferômetro e assim produz a diferença de fase de Aharonov-Bohm. Mostra-se que a diferença de fase é invariante de calibre nas versões magnética, elétrica e eletrodinâmica recém-proposta do efeito. Em caminhos abertos a fase poderia depender do calibre, o que reforça que só é mensurável em caminhos fechados.

  6. Trabalho acadêmico · 2022

    Generic warp drives violate the null energy condition

    1. Jessica Santiago(Autoria)
    2. Sebastian Schuster(Autoria)
    3. Matt Visser(Autoria)

    Santiago, Schuster e Visser analisam geometrias genéricas de Natário com lapso unitário e seções espaciais planas na relatividade geral padrão. Calculam o tensor completo de energia-momento e ressaltam que energia positiva para uma família de observadores não demonstra a condição de energia fraca. Para bolhas localizadas com trajetórias eulerianas adequadas que retornam a regiões assintoticamente planas, o argumento também exige violações da condição de energia nula. A contradição opõe a evolução monótona da curvatura exigida por essa condição à recuperação da geometria assintótica original após a passagem. Sob essas hipóteses, também são violadas as condições fraca, forte e dominante. O apêndice distingue os modelos com lapso não unitário ou seções espaciais curvas: exigem análise separada e ficam fora do alcance desse resultado.

  7. Trabalho acadêmico · 2003

    Gravitomagnetic field of a rotating superconductor and of a rotating superfluid

    1. M. Tajmar(Autoria)
    2. C.J. de Matos(Autoria)

    Martin Tajmar e Clovis de Matos quantizam um momento canônico estendido que inclui o arrasto gravitacional e o aplicam a supercondutores e superfluidos rotativos em forma de anel. O ponto de partida é o efeito Barnett, em que a rotação magnetiza um material, junto com seu análogo gravitacional na relatividade geral de campo fraco. Medições do fluxo magnético em supercondutores rotativos discordam das previsões feitas sem termo gravitomagnético, e os autores perguntam quanto dessa diferença o termo explica. Em superfluidos neutros rotativos, os efeitos de arrasto implicados pelos dados de supercondutores ainda ficariam dentro do ruído experimental atual. Propõem medir o torque que esse campo exerceria sobre um giroscópio em rotação, um experimento ainda não realizado.

  8. Trabalho acadêmico · 2005

    Gravitomagnetic London moment and the graviton mass inside a superconductor

    1. C.J. de Matos(Autoria)
    2. M. Tajmar(Autoria)

    Clovis de Matos e Martin Tajmar usam a forma de Proca do eletromagnetismo e do gravitoeletromagnetismo para derivar as propriedades magnéticas e gravitomagnéticas de um supercondutor em rotação. Um supercondutor expulsa campos magnéticos e, ao girar, produz um campo magnético chamado momento de London. Tanto o diamagnetismo perfeito quanto o momento de London decorrem de o fóton adquirir massa dentro do supercondutor. Por analogia, sua proposta para resolver a anomalia de massa dos pares de Cooper medida por Tate se explica por uma massa do gráviton dentro do supercondutor diferente de seu valor cosmológico. Para o nióbio, a massa do gráviton necessária é de cerca de 10^-55 kg, 14 ordens de grandeza acima do limite no espaço livre, assim como a massa do fóton aumenta muito dentro de um supercondutor pelo mecanismo de Higgs.

  9. Trabalho acadêmico · 2011

    Gravity Probe B: Final Results of a Space Experiment to Test General Relativity

    1. C. W. F. Everitt(Autoria)
    2. D. B. DeBra(Autoria)
    3. B. W. Parkinson(Autoria)
    4. J. P. Turneaure(Autoria)
    5. J. W. Conklin(Autoria)
    6. M. I. Heifetz(Autoria)
    7. G. M. Keiser(Autoria)
    8. A. S. Silbergleit(Autoria)
    9. T. Holmes(Autoria)
    10. J. Kolodziejczak(Autoria)
    11. M. Al-Meshari(Autoria)
    12. J. C. Mester(Autoria)
    13. B. Muhlfelder(Autoria)
    14. V. Solomonik(Autoria)
    15. K. Stahl(Autoria)
    16. P. Worden(Autoria)
    17. W. Bencze(Autoria)
    18. S. Buchman(Autoria)
    19. B. Clarke(Autoria)
    20. A. Al-Jadaan(Autoria)
    21. H. Al-Jibreen(Autoria)
    22. J. Li(Autoria)
    23. J. A. Lipa(Autoria)
    24. J. M. Lockhart(Autoria)
    25. B. Al-Suwaidan(Autoria)
    26. M. Taber(Autoria)
    27. S. Wang(Autoria)

    Everitt e colaboradores apresentam medições da precessão geodésica e do arrasto de referenciais pela Gravity Probe B, com quatro giroscópios criogênicos em órbita polar terrestre de 642 km. A análise conjunta fornece derivas de −6601,8 ± 18,3 e −37,2 ± 7,2 milissegundos de arco por ano, respectivamente, comparadas às previsões relativísticas de −6606,1 e −39,2. As incertezas combinam contribuições estatísticas e sistemáticas. A leitura supercondutora acompanhou os giroscópios em relação à estrela guia IM Pegasi durante onze meses de observações. Torques eletrostáticos inesperados e mudanças no movimento dos rotores exigiram calibração e mapeamento do fluxo aprisionado. Análises separadas e um segundo método geométrico forneceram verificações, com precisões relatadas de 0,28% para o efeito geodésico e 19% para o arrasto.

  10. Trabalho acadêmico · 2010

    Hawking Radiation from Ultrashort Laser Pulse Filaments

    1. F. Belgiorno(Autoria)
    2. S. L. Cacciatori(Autoria)
    3. M. Clerici(Autoria)
    4. V. Gorini(Autoria)
    5. G. Ortenzi(Autoria)
    6. L. Rizzi(Autoria)
    7. E. Rubino(Autoria)
    8. V. G. Sala(Autoria)
    9. D. Faccio(Autoria)

    Belgiorno, Cacciatori, Clerici, Gorini, Ortenzi, Rizzi e colegas testam a previsão de que horizontes de eventos, reais ou análogos, excitam o vácuo quântico e emitem radiação de Hawking. Usam filamentos de pulsos de laser ultracurtos, pulsos intensos num meio de Kerr transparente que se propagam aparentemente sem difração. O filamento cria em vidro de sílica fundida uma perturbação móvel do índice de refração que atua como horizonte de eventos análogo. Os fótons emitidos a 90 graus do feixe são coletados e seus espectros registrados. Observam emissão espontânea de fótons com as características da radiação de Hawking, distinta de outros mecanismos de emissão conhecidos, confirmando previsões teóricas.

  11. patent · 2019

    High frequency gravitational wave generator

    1. Salvatore Cezar Pais(Autoria)

    A patente de Salvatore Cezar Pais propõe um gerador de ondas gravitacionais com uma carcaça preenchida por gás e dois ressonadores acústicos internos. Micro-ondas fazem vibrar a carcaça carregada, enquanto o som aciona superfícies carregadas para produzir outro campo eletromagnético. A conversão proposta invoca o efeito Gertsenshtein, com um campo eletromagnético propagando-se através de outro. Cavidades contrarrotativas oferecem estabilidade; as reivindicações especificam gás inerte e ressonadores assimétricos em forma de cunha. A descrição prevê cerca de 10¹⁰ watts gravitacionais supondo fluxo eletromagnético de 10³³ watts por metro quadrado e campos de 10¹⁰ teslas. Propõe ainda fiação supercondutora à temperatura ambiente com núcleo isolante revestido de metal e pulsos eletromagnéticos abruptos como parte do conceito.

  12. Trabalho acadêmico · 2021

    High-accuracy thrust measurements of the EMDrive and elimination of false-positive effects

    1. M. Tajmar(Autoria)
    2. O. Neunzig(Autoria)
    3. M. Weikert(Autoria)

    M. Tajmar, O. Neunzig e M. Weikert testam o EMDrive, um propulsor sem propelente proposto no qual micro-ondas numa cavidade cônica fechada produziriam pelo menos 1 mN/kW de empuxo. Calor, carga mecânica e correntes elevadas podem criar artefatos que parecem empuxo. Construíram uma balança de pêndulo duplo invertido e contrabalançado que elimina a maior parte da deriva térmica, e alimentaram o dispositivo com bateria própria para evitar interações pelos passadores. Numa ampla faixa de frequências com várias ressonâncias e modos não encontraram empuxo, limitando qualquer empuxo anômalo a menos que a força da radiação clássica para a mesma potência. O resultado estabelece limites rigorosos para todas as teorias propostas e descarta os resultados de testes anteriores em pelo menos duas ordens de grandeza.

  13. Trabalho acadêmico · 1998

    Hyperfast Interstellar Travel in General Relativity

    1. S. V. Krasnikov(Autoria)

    S. V. Krasnikov pergunta se um viajante capaz de controlar em parte a geometria do espaço-tempo poderia chegar a um objeto distante e voltar antes que a luz. O que está em jogo é a distância: cerca de 200 parsecs até a Polar, 500 até Deneb e perto de 10 quiloparsecs até o centro galáctico. Com hipóteses razoáveis em espaços-tempos globalmente hiperbólicos, a viagem de ida em si não pode ser acelerada. Ainda assim, uma viagem de ida e volta arbitrariamente longa pode levar um tempo arbitrariamente curto visto da Terra. A diferença-chave está na volta, pois dispositivos colocados antes ao longo da rota podem remodelar o espaço-tempo para que o viajante retorne cedo.

  14. Trabalho acadêmico · 2024

    Impedance Spectroscopy Distinguishes Active ZrO2-PdNiD NANOR-type LANR Components

    1. Mitchell Swartz(Autoria)

    Mitchell Swartz usa a espectroscopia de impedância, ou dielétrica, um modo não destrutivo de medir como as propriedades elétricas dos materiais de reações nucleares assistidas pela rede mudam com a frequência. Um campo aplicado polariza o material, e a tarefa é separar essa resposta nos mecanismos que contribuem para ela. Examinou componentes do tipo NANOR, secos, pré-carregados e antes ativos, de ZrO2-PdD e ZrO2-PdNiD, de cerca de 10^4 Hz a cerca de 2 GHz. Os gráficos de Bode, Cole-Cole, Nyquist e Smith mostram diferenças complexas e bem distinguíveis em relação a materiais convencionais e controles ôhmicos. Os materiais ativos têm transcondução muito incomum enquanto produzem calor em excesso, e amostras secas pré-carregadas podem sofrer ruptura em avalanche que encerra esse calor.

  15. Trabalho acadêmico · 1994

    Inertia as a zero-point-field Lorentz force

    1. Bernhard Haisch(Autoria)
    2. Alfonso Rueda(Autoria)
    3. H. E. Puthoff(Autoria)

    Haisch, Rueda e Puthoff propõem que a inércia, a resistência da matéria à aceleração, surge de interações com flutuações eletromagnéticas do vácuo. Seu modelo de 1994 representa a matéria por componentes hipotéticos com carga que oscilam como pequenas molas. Eles calculam a parte magnética da força de Lorentz sobre esses componentes com aceleração própria constante (medida no referencial instantâneo de repouso), fazendo a média do campo flutuante. A força resultante é proporcional à aceleração; eles interpretam seu coeficiente de proporcionalidade como massa inercial. Sua magnitude depende de uma massa interna não especificada e de um limite de interação em altas frequências associado ao tamanho suposto dos componentes, na escala de Planck. O limite restringe a resposta da matéria, não o espectro do vácuo. Na expressão final, os autores escolhem o sinal que se opõe à aceleração.

  16. Trabalho acadêmico · 1998

    Inertia as reaction of the vacuum to accelerated motion

    1. Alfonso Rueda(Autoria)
    2. Bernhard Haisch(Autoria)

    Rueda e Haisch propõem que parte da inércia, a resistência à aceleração, poderia surgir da interação com o vácuo eletromagnético. Seu cálculo descreve um objeto acelerado encontrando um fluxo de momento na radiação de ponto zero, os campos de fundo usados no modelo. Interpretam a absorção ou dispersão dessa radiação como uma força contrária à aceleração. A contribuição proposta para a massa depende do volume do objeto e da fração de radiação que interage com ele em cada frequência. Supõem que essa fração diminua em altas frequências, limitando sua contribuição. O cálculo abrange forças na direção do movimento. A interação microscópica, uma derivação quântica e a conexão com a relatividade geral ficam para trabalhos posteriores.

  17. Trabalho acadêmico · 2022

    Interaction Between Macroscopic Quantum Systems and Gravity

    1. A. Gallerati(Autoria)
    2. G. Modanese(Autoria)
    3. G.A. Ummarino(Autoria)

    Gallerati, Modanese e Ummarino revisam experimentos e teoria sobre como a gravidade pode interagir com supercondutores e outros estados quânticos macroscópicos. O foco é se macrossistemas quânticos coerentes podem alterar localmente o campo gravitacional ao seu redor. A questão remonta aos anos 1960, quando físicos perguntaram se supercondutores poderiam servir como sondas sensíveis da gravidade. Os experimentos de Podkletnov sobre anomalias de peso com grandes discos supercondutores de YBCO não foram confirmados nem refutados, e resolvê-los exigiria um investimento de pesquisa considerável. Também tratam dos detectores gravitacionais supercondutores e da possível retroação de um superfluido sobre o campo gravitacional ao redor, ainda longe de ser plenamente compreendida.

  18. Trabalho acadêmico · 2016

    Interaction of gravitational waves with superconductors

    1. N. A. Inan(Autoria)
    2. J. J. Thompson(Autoria)
    3. R. Y. Chiao(Autoria)

    Inan, Thompson e Chiao aplicam a decomposição de Helmholtz à relatividade geral linearizada para obter uma descrição invariante de calibre das ondas gravitacionais na matéria. Uma equação tipo London descreve as ondas gravitacionais que entram num supercondutor, e no limite estático o campo gravitacional tipo magnético é expulso, um efeito Meissner gravitacional. A densidade de pares de Cooper segue uma energia livre de Ginzburg-Landau no espaço-tempo curvo, enquanto a rede iônica é modelada como osciladores harmônicos quânticos acoplados à onda gravitacional. Como a onda modula a energia de ponto zero dos fônons da rede, o modelo prevê um possível efeito Casimir dinâmico. Os pares de Cooper respondem muito menos que a rede iônica, o que prevê uma separação de carga no supercondutor causada pela onda gravitacional.

  19. Trabalho acadêmico · 2021

    Introducing physical warp drives

    1. Alexey Bobrick(Autoria)
    2. Gianni Martire(Autoria)

    Bobrick e Martire modelam espaços-tempos de dobra como cascas móveis ao redor de uma região plana para passageiros, não como motores autopropelidos. O artigo de 2021 desenvolve configurações esféricas com energia positiva abaixo da velocidade da luz, com gravidade externa e relógios internos mais lentos que os de observadores distantes acompanhando a casca. Também explora mudanças de forma, volume interno e ritmo dos relógios. Achatar uma configuração de Alcubierre reduz sua energia negativa calculada, mas os exemplos superluminais ainda violam a condição de energia nula média, uma restrição energética ao longo de raios luminosos. Mesmo os exemplos extremamente finos que satisfazem certas desigualdades quânticas mantêm esse problema. Mudar a velocidade exige propulsão; a geometria estacionária não fornece, sozinha, um mecanismo de aceleração.

  20. Trabalho acadêmico · 2018

    Isotopic and Elemental Composition of Substance in Nickel-Hydrogen Heat Generators

    1. K. A. Alabin(Autoria)
    2. S. N. Andreev(Autoria)
    3. A. G. Sobolev(Autoria)
    4. S. N. Zabavin(Autoria)
    5. A. G. Parkhomov(Autoria)
    6. T. R. Timerbulatov(Autoria)

    Alabin, Andreev, Sobolev, Zabavin, Parkhomov e Timerbulatov analisam isótopos e elementos do combustível e do material próximo de reatores de níquel-hidrogênio, antes e depois de operações com até 790 MJ de energia em excesso. Nesses reatores, o calor em excesso supera muito o que a química permite e é comparável à liberação de energia nuclear, sem radiação nociva nem radioatividade. Foram examinados quatro reatores de projetos diferentes, com energia em excesso de 100 a 790 MJ, incluindo a substância acumulada na cavidade do reator. Os isótopos de níquel e lítio não mostraram mudanças significativas, exceto na análise do combustível do reator AP2 na Universidade de Uppsala, na Suécia. As concentrações de vários nuclídeos de impurezas aumentaram significativamente, tanto no combustível quanto nas partes estruturais junto às zonas ativas.

  21. talk · 2020

    Lattice Confinement Fusion (LCF) Overview

    1. L Forsley(Autoria)
    2. T Benyo(Autoria)
    3. B Steinetz(Autoria)
    4. V Pines(Autoria)
    5. M Pines(Autoria)
    6. A Chait(Autoria)
    7. L Dudzinski(Autoria)
    8. M Forsbacka(Autoria)
    9. R Litchford(Autoria)

    Esta apresentação do centro Glenn da NASA expõe um projeto de conversão avançada de energia cujo objetivo são fontes de potência e energia para missões de longa duração no espaço profundo. A equipe relata ter demonstrado fusão iniciada por fotonêutrons de bremsstrahlung no que descrevem como um ambiente globalmente frio e localmente quente. Eles afirmam que o processo é repetível e funciona com diferentes materiais de rede que abrigam o combustível de dêuterons. Seus cálculos indicam que a blindagem eletrônica aumenta as taxas de fusão localizadas no combustível denso e amplia o espalhamento em grande ângulo entre partículas carregadas, favorecendo o tunelamento quântico. As taxas de fusão previstas são consistentes com o fluxo de nêutrons observado, e o trabalho apareceu em dois artigos na Physical Review C.

  22. Relatório · 2024

    Lattice Confinement Fusion (LCF) Technology Utilized By Astral Systems Ltd

    1. Theresa L Benyo(Autoria)
    2. Lawrence Forsley(Autoria)

    Benyo e Forsley descrevem a fusão por confinamento em rede, um método desenvolvido por uma equipe do centro Glenn que realiza reações de fusão em um metal sólido. O combustível de deutério fica confinado no espaço entre átomos metálicos e, com os elétrons da rede e um gatilho como um feixe gama, são produzidas reações de fusão. Eles observam que essa fusão ocorre em uma rede à temperatura ambiente. A Astral Systems relata um aumento da produção de nêutrons de fusão de deutério de pelo menos 50 vezes em relação a um gerador de nêutrons comercial anterior. A empresa relata que 99 por cento das reações de fusão são produzidas por confinamento em rede dentro de seu dispositivo de confinamento eletrostático, e seu protótipo em operação cabe sobre uma mesa.

  23. talk · 2024

    Lattice Confinement Fusion-Fast-Fission

    1. Lawrence P Forsley(Autoria)
    2. Pamela A Mosier-Boss(Autoria)
    3. Theresa L Benyo(Autoria)

    Forsley, Mosier-Boss e Benyo apresentam a fusão por confinamento em rede, a fusão de isótopos de hidrogênio em hélio sem ímãs de tokamak nem fontes de alimentação a laser. O combustível nuclear é confinado e acionado dentro da rede, e as reações nucleares são intensificadas pela blindagem eletrônica. Eles descrevem o processo como localmente quente mas globalmente frio, e observam que a NASA publicou resultados na Physical Review C. Na reação híbrida de fissão rápida, os nêutrons de fusão fissionam urânio, barras de combustível usado ou tório, o que os autores apresentam como uma fissão mais limpa sem urânio enriquecido. As aplicações que listam vão da energia em órbita baixa da Terra e no espaço profundo ao uso terrestre, e a abordagem foi comercializada em 2024 para produzir radioisótopos médicos.

  24. Trabalho acadêmico · 2022

    Lattice Energy Converter

    1. F.E. Gordon(Autoria)
    2. H.J. Whitehouse(Autoria)

    F. E. Gordon e H. J. Whitehouse relatam Lattice Energy Converters que iniciam sozinhos e mantêm tensão e corrente por longos períodos. O conversor transforma a energia interna de uma rede como o paládio, ou do hidrogênio ou deutério retidos nela, em radiação ionizante e energia elétrica. A tensão e a corrente aumentam com a temperatura, e a saída lembra a de uma bateria nuclear sem material radioativo. Produzir a tensão e a corrente medidas exigiria o equivalente a vários curies de radiação ionizante. Duas pessoas replicaram os resultados, e um modelo de condução em gases com termos de deriva e difusão explica as curvas corrente-tensão incomuns.

  25. Trabalho acadêmico · 2022

    Lattice Energy Converter II: Iron Hydrogen Host Material

    1. F.E. Gordon(Autoria)
    2. H.J. Whitehouse(Autoria)

    Gordon e Whitehouse já haviam relatado um Lattice Energy Converter cujo eletrodo de paládio-hidrogênio codepositado produzia energia elétrica espontânea e sustentada atribuída a radiação ionizante. Aqui um eletrodo de ferro-hidrogênio, codepositado a partir de cloreto de ferro aquoso, mostra a mesma saída elétrica espontânea e sustentada e a mesma radiação ionizante, e esses resultados foram replicados. O ferro era um candidato natural: à temperatura ambiente o hidrogênio se difunde cerca de duas ordens de grandeza mais rápido no ferro que no paládio. Mostram que a condução no conversor difere da condução comum em gases, porque sua origem é a radiação produzida no material hospedeiro carregado de hidrogênio.