Perfil
Lawrence H. Ford
Professor emérito de física e astronomia, Universidade Tufts
Ford estuda campos quânticos, gravitação e flutuações do vácuo. Seu trabalho com Thomas Roman deriva desigualdades quânticas que limitam a energia negativa sob hipóteses específicas sobre o campo e o espaço-tempo. Com Michael Pfenning, aplicou esses limites à geometria de Alcubierre, mostrando fortes restrições à energia negativa e à espessura da parede dentro desse modelo.
Afiliações
- Tufts University, Department of Physics and Astronomy (emeritus)
Canais
Bibliografia
A inclusão em uma bibliografia não estabelece autoria. Os créditos aparecem na atribuição.
Entradas bibliográficas publicadas: 4. Exibindo 1–4 de 4.
Obra incluída na bibliografia
Trabalho acadêmico · 1995
Averaged Energy Conditions and Quantum Inequalities
- L. H. Ford(Autoria)
- Thomas A. Roman(Autoria)
L. H. Ford e Thomas Roman relacionam as condições de energia fraca e nula médias com as desigualdades quânticas, limites do tipo princípio da incerteza sobre a energia negativa. Estudam um campo escalar quantizado, livre e sem massa em espaço-tempo plano de duas e quatro dimensões. Num universo bidimensional com uma direção espacial compacta, limitam a diferença entre a densidade de energia de qualquer estado quântico e a do vácuo de Casimir. Essa diferença obedece a condições de energia médias, o que surpreende porque o vácuo de Casimir sozinho não satisfaz nem desigualdades quânticas nem condições médias. Essas desigualdades de diferença podem limitar quanto as condições de energia podem ser violadas além de um fundo como o vácuo de Casimir.
Obra incluída na bibliografia
Trabalho acadêmico · 1997
Restrictions on Negative Energy Density in Flat Spacetime
- L. H. Ford(Autoria)
- Thomas A. Roman(Autoria)
L. H. Ford e Thomas Roman partem de que campos quânticos podem ter densidade de energia negativa num ponto, como no efeito Casimir e na luz comprimida. O limite anterior para o campo escalar sem massa restringe o quão grande pode ser a densidade de energia negativa, e por quanto tempo, para qualquer observador inercial, ao estilo de um princípio de incerteza. Este artigo dá uma derivação muito mais simples com modos de ondas planas em vez de ondas esféricas. Derivam limites de desigualdade quântica semelhantes para o campo eletromagnético e para o campo escalar massivo em espaço-tempo plano de duas e quatro dimensões. O princípio de incerteza energia-tempo não entra como hipótese nesses limites.
Obra incluída na bibliografia
Trabalho acadêmico · 1999
The Quantum Interest Conjecture
- L. H. Ford(Autoria)
- Thomas A. Roman(Autoria)
L. H. Ford e Thomas Roman estudam os limites que a teoria quântica de campos impõe à energia negativa, que ela permite localmente mas restringe em tamanho e extensão. As desigualdades quânticas exigem que um pulso de energia negativa seja seguido por um pulso positivo compensador, com separação inversamente proporcional à sua amplitude. Sua conjectura dos juros quânticos acrescenta que o pulso positivo deve sobrecompensar numa quantidade que cresce com a separação. Provam-na para campos escalares sem massa em espaço-tempo plano de duas e quatro dimensões e mostram que decorre das desigualdades quânticas. Em resumo, um empréstimo de energia negativa precisa ser pago com juros que crescem com seu tamanho ou duração, como ilustram os pulsos de um espelho em movimento.
Obra incluída na bibliografia
Trabalho acadêmico · 1997
The unphysical nature of 'Warp Drive'
- Michael J. Pfenning(Autoria)
- L. H. Ford(Autoria)
Pfenning e Ford examinam a energia negativa exigida pela métrica de Alcubierre usando desigualdades quânticas para um campo escalar livre e sem massa. Aplicam um limite do espaço-tempo plano em tempos de amostragem muito menores que a escala local de curvatura, em vez de resolver exatamente a teoria do campo na geometria curva. Na escolha representativa de amostragem, o limite da espessura da parede é aproximadamente cem comprimentos de Planck multiplicados pela velocidade da bolha em unidades da velocidade da luz. O exemplo com cem metros de raio exige uma magnitude de energia negativa muito superior ao equivalente energético da massa do universo visível. Aumentar a velocidade permite paredes mais espessas, mas também eleva a energia total estimada. Concluem que bolhas macroscópicas para transportar pessoas nesse modelo exigem energia negativa inatingível, inclusive em velocidades subluminais.